<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Música se aprende</title>
	<atom:link href="http://www.musicaseaprende.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.musicaseaprende.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 27 Nov 2009 16:22:55 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.5</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Escola do Rock no Guia do Estudante!</title>
		<link>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/27/escola-do-rock-no-guia-do-estudante/</link>
		<comments>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/27/escola-do-rock-no-guia-do-estudante/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nandoco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.musicaseaprende.com.br/?p=153</guid>
		<description><![CDATA[
Além de inovador, o Curso de Formação de Músicos e Produtores de Rock da Unisinos é reconhecido por quem entende de educação superior. O Guia do Estudante publicou uma matéria muito legal sobre os cursos bacanas que a galera não conhece. Como eles mesmos recomendaram, &#8220;abra a cabeça!&#8221;.
Dentre as informações importantes que a repórter Renata [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i188.photobucket.com/albums/z71/revistanoize/estudante.jpg" alt="" width="549" height="322" /></p>
<p>Além de inovador, o Curso de Formação de Músicos e Produtores de Rock da Unisinos é reconhecido por quem entende de educação superior. O Guia do Estudante publicou uma matéria muito legal sobre os cursos bacanas que a galera não conhece. Como eles mesmos recomendaram, &#8220;abra a cabeça!&#8221;.</p>
<p>Dentre as informações importantes que a repórter Renata Reps destacou, está a declaração do coordenador Frank Jorge, que explica muito sobre o propósito do curso: “Este profissional está apto a desenvolver estratégias de inserção mercadológica, além de teorizar e antever movimentos da música mundial&#8221;.</p>
<p>Acessa lá e confere: <a href="http://migre.me/bPz7">http://migre.me/bPz7</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/27/escola-do-rock-no-guia-do-estudante/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>53</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>5 discos que marcaram a década</title>
		<link>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/26/5-discos-que-marcaram-a-decada/</link>
		<comments>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/26/5-discos-que-marcaram-a-decada/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 17:26:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nandoco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.musicaseaprende.com.br/?p=150</guid>
		<description><![CDATA[Eles ditaram moda, resgataram sonoridades, reinventaram regras de mercado. Se não são os melhores, com certeza figuram entre eles. E mais importante, marcarão para sempre os anos 2000 –  e por muito mais do que embalar festinhas e dores de cotovelo. Depois da lista que reuniu cinco gigantes da produção, o MSA apresenta cinco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eles ditaram moda, resgataram sonoridades, reinventaram regras de mercado. Se não são os melhores, com certeza figuram entre eles. E mais importante, marcarão para sempre os anos 2000 –  e por muito mais do que embalar festinhas e dores de cotovelo. Depois da lista que reuniu cinco gigantes da produção, o MSA apresenta cinco grandes discos da década:</p>
<p><img src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/41NZ0Q6T3XL._SL500_AA240_.jpg" alt="" width="174" height="174" /><br />
<strong>Is This It, The Strokes (2001)</strong></p>
<p>No seu lançamento, o debut dos Strokes foi chamado pela crítica de &#8220;salvação do rock&#8221;, &#8220;a melhor banda de rock desde os Rolling Stones&#8221;. A verdade é que <em>Is This It</em> é um grande disco de rock dos nova-iorquinos, com uma grande herança das bandas conterrâneas das décadas de 60 e 70, que aparece na produção do disco: rock clássico, sem muitos efeitos eletrônicos. A estética do &#8220;menos é mais&#8221; predomina neste que foi eleito o disco da década pelo semanário inglês NME.</p>
<p><img src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/41S9GBCXAFL._SL500_AA240_.jpg" alt="" width="175" height="175" /><br />
<strong>Bloco do Eu Sozinho, Los Hermanos (2001)</strong></p>
<p>Contrariando a expectativa de lançarem outra Anna Julia, os Hermanos criaram um álbum inusitado – e por isso mesmo feliz. Com letras melancólicas, tons de samba e uma quantia generosa do hardcore que marcou seu primeiro disco, Bloco do Eu Sozinho sacudiu o rock nacional acomodado na balada fácil, viciado em fórmulas comerciais. E com ele a banda carioca, atualmente em hiato em função dos projetos paralelos de Rodrigo Amarante e Marcelo Camelo, conquistou um público cativo. Comparável apenas à Legião Urbana, que reunia multidões ardorosas em estádios de futebol, os cariocas não tem fãs &#8211; mas seguidores.</p>
<p><img src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/210D3ZRAGML._SL500_AA160_.jpg" alt="" width="172" height="172" /><br />
<strong>Whatever People Say I Am, That&#8217;s What I&#8217;m Not, Arctic Monkeys (2005)<br />
</strong></p>
<p>A auto-confiança presente no título se espalha pelas 13 faixas do disco de estréia do Arctic Monkeys. Em 2005, os britânicos reinjetaram na cultura pop inglesa (e mundial) a urgência do punk. Misturado a referências diversas, de Kinks a Smiths e Oasis, <em>Whatever people say… </em>resultou na amostra de como o indie rock podia soar agressivo e dançante nos anos 2000. A produção seca remete a Is This It, nas guitarras cortantes e na bateria marcada.</p>
<p><img src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/61gGZcwziIL._SL500_AA240_.jpg" alt="" width="179" height="179" /><br />
<strong>In Raibows, Radiohead (2007)</strong></p>
<p>A sacada dos produtores de <em>In Rainbows</em> não está na sonoridade, que cada vez mais tece o rock com camadas eletrônicas ora densas, ora delicadas. Na verdade, o criticável em <em>In Rainbows</em> talvez seja a forma como a música do disco todo parece depender fortemente de truques de produção. Aguardado como todo disco do Radiohead tem que ser, <em>In Rainbows</em> inovou ao usar o download de mp3 ao seu favor. Disponibilizando o disco para todos, que podiam pagar o quanto achassem justo (inclusive nada), mostraram que nos dias de hoje os gigantes do rock precisam pensar bem mais que a música.</p>
<p><img src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/31JxUr9t9ZL._SL500_AA200_.jpg" alt="" width="175" height="175" /><br />
<strong>Back to Black, Amy Winehouse (2006)</strong></p>
<p>Se na esfera pessoal a cantora britânica ficou fatalmente conhecida por resgatar os excessos dos ídolos do rock, com <em>Back to Black</em> ela conseguiu protagonizar um fenômeno muito mais interessante. O disco, incrivelmente maduro para os 23 anos que tinha à época do lançamento, levou o soul de volta às paradas musicais. Além da franca inspiração nos girl groups dos anos 1960, ela se diferenciou de suas contemporâneas com um vocal poderoso – do tipo raro que não precisa ser reconstruído com edição de áudio. Muito da bela produção deve ser atribuída ao trabalho de Mark Ronson, produtor nova-iorquino emergente, que nos últimos anos também trabalhou com Lily Allen e Kaiser Chiefs.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/26/5-discos-que-marcaram-a-decada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>83</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista: Alexandre Bertoluci da Opinião Produtora</title>
		<link>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/25/entrevista-alexandre-bertoluci-da-opiniao-produtora/</link>
		<comments>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/25/entrevista-alexandre-bertoluci-da-opiniao-produtora/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 15:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nandoco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.musicaseaprende.com.br/?p=138</guid>
		<description><![CDATA[
Alexandre Bertoluci é Coordenador de Produção do Bar Opinião e da Opinião Produtora. Qualquer gaúcho que curta rock conhece a tradicional casa de shows da Cidade Baixa. Na verdade, os tentáculos do mítico bar da José do Patrocínio vão muito além do bairro boêmio, em que também está situada a produtora, uma das principais do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i188.photobucket.com/albums/z71/revistanoize/Opiniao.jpg" alt="Bar Opiniao" /></p>
<p>Alexandre Bertoluci é Coordenador de Produção do Bar Opinião e da Opinião Produtora. Qualquer gaúcho que curta rock conhece a tradicional casa de shows da Cidade Baixa. Na verdade, os tentáculos do mítico bar da José do Patrocínio vão muito além do bairro boêmio, em que também está situada a produtora, uma das principais do sul do país. Hoje a família de empreendimentos inclui também o Pepsi On Stage, destino certo de grandes espetáculos na Capital, o que, segundo Alexandre, tem aumentado a carga de trabalho significativamente. O Música se Aprende bateu um papo com o produtor sobre a trajetória pessoal dele, a rotina do Opinião, e as dificuldades e maravilhas de se trabalhar com produção de espetáculos. Confere aí!</p>
<p><strong>MSA:</strong> Como você foi parar no Opinião? De que maneira se direcionou para a coordenação de produção? </p>
<p><strong>ALEXANDRE:</strong> Um amigo meu trabalhava com o alemão (Alexandre Lopes) em um escritório de importação e exportação, ele ficou sabendo que o alemão ampliaria o Bar Opinião e necessitaria que alguém movimentasse a casa durante a semana, pois o Opinião abria somente nas sextas e sábados. Comecei a fazer eventos nas quintas-feiras, a maioria de formandos de universidades gaúchas. Em seguida fiz algumas festas, a coisa foi aumentando, até que veio o primeiro show, Edgard Scandurra (turnê do disco Amigos Invisíveis, de 1989), depois aquela tour do Fausto Fawcett e as Loiras, os Paralamas do Sucesso, e aí nunca mais paramos de fazer shows. Comecei sozinho, ralando muito, sem experiência alguma. Em seguida vieram algumas pessoas que davam ideias, uns trabalharam por algum tempo, mas foi quando veio o Diego que a produtora começou a ter cara de produtora, em seguida chegaram o Rodrigo e o Gabriel, o Alemão e o Magrão largaram tudo que faziam fora o bar e se atiraram de cabeça conosco, e foi mais ou menos assim que tudo começou.<br />
 <br />
<strong>MSA:</strong> O Rio Grande do Sul tem alguma característica específica que o produtor deve levar em conta?</p>
<p><strong>ALEXANDRE:</strong> Não sei se característica, mas é que aqui pelo sul acontecem menos produções que no centro do país (Rio-SP), ou seja, não é toda hora que tem uma produção acontecendo. Hoje em dia temos duas casas para administrar (Opinião e Pepsi On Stage), isso por si só já nos dá um montante de trabalho bem grande, mas não são todos os produtores que têm esta oportunidade de trabalho, a coisa por aqui ainda está começando, há poucas casas de espetáculo&#8230;<br />
 <br />
<strong>MSA:</strong> O Opinião e a Opinião Produtora já trouxeram gente do naipe de Bob Dylan, Kiss, Metallica, Red Hot e Eric Clapton. Quais as principais dificuldades de se produzir eventos de grande porte? De que maneira se pode solucioná-las?</p>
<p><strong>ALEXANDRE:</strong> Rush, Mark Knopfler, REM, Lenny Kravitz, Daiana Krall, Joss Stone, George Benson, Nora Jones, Jamie Cullum – alguns shows em estádio de futebol, outros em teatros, outros em nossas casas. Não existem dificuldades pontuais, e sim imprevistos em produção. É nessa hora que um produtor de eventos precisa ter habilidade e agilidade para poder tomar decisões acertadas, e isso só se conquista com o tempo.<br />
 <br />
<strong>MSA:</strong> Dentre todos os shows que produziste, qual foi o mais complicado? E o mais gratificante? </p>
<p><strong>ALEXANDRE:</strong> Os mais complicados foram Kiss e Metallica, porque aconteceram no Jockey Club de Porto Alegre, um lugar nunca antes utilizado para eventos deste porte, muitas situações novas, inclusive matar formigas&#8230; O mais gratificante foi fazer o festival e Sanary, no sul da França, em 1998 e 1999.<br />
 <br />
<strong>MSA:</strong> Existe algum limite para as exigências dos artistas em relação a camarim, tratamento etc?</p>
<p><strong>ALEXANDRE:</strong> Os artistas colocam suas necessidades, quando vamos contratar já sabemos das necessidades e exigências deles, não podemos reclamar, pois tudo está em contrato. É claro que alguns artistas nem dão atenção para nós, empresários e produtores, possuem uma postura um tanto quanto distante, não se misturando, mas para isso a gente nem dá bola.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/25/entrevista-alexandre-bertoluci-da-opiniao-produtora/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>64</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>PROMOÇÃO: Música se Aprende e King 55 dão Upgrade na sua banda</title>
		<link>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/24/133/</link>
		<comments>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/24/133/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:25:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nandoco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Promoções]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.musicaseaprende.com.br/?p=133</guid>
		<description><![CDATA[
Atenção: A vencedora da promoção foi a Doyoulike. Favor entrar em contato pelo contato@noize.com.br 
Muito obrigado aos demais participantes, tem muito myspace bacana!
O Música Se Aprende dá um upgrade no visual de mais uma banda. Agora em parceria com a King 55. Para concorrer é muito simples, basta comentar nesse mesmo post o link do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.king55.com.br"><img class="alignnone" src="http://3.bp.blogspot.com/_NrSDJvh6lb4/SoswhHlRklI/AAAAAAAAA7I/Xmw9r5W3lC0/s400/king55.jpg" alt="" width="360" height="400" /></a></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Atenção: A vencedora da promoção foi a Doyoulike. Favor entrar em contato pelo contato@noize.com.br </strong><br />
Muito obrigado aos demais participantes, tem muito myspace bacana!</span></p>
<p>O Música Se Aprende dá um upgrade no visual de mais uma banda. Agora em parceria com a <a href="http://www.king55.com.br">King 55</a>. Para concorrer é muito simples, basta comentar nesse mesmo post o link do myspace da sua banda. O myspace mais organizado, que mostrar uma banda preocupada com a produção e o profissionalismo, leva mais essa barbada:</p>
<p>_Camisetas da <a href="http://www.king55.com.br">King 55</a>.</p>
<p><strong>A promo vai até amanhã (25/11). Participem!</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/24/133/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>14</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista: Miranda, o produtor.</title>
		<link>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/24/entrevista-miranda-o-produtor/</link>
		<comments>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/24/entrevista-miranda-o-produtor/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 15:39:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nandoco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.musicaseaprende.com.br/?p=128</guid>
		<description><![CDATA[
Carlos Eduardo Miranda, ou apenas Miranda, como é mais conhecido entre os iniciados do rock gaúcho, é um cara franco. Fala o que pensa, e fala tudo na cara. “É o meu jeito, eu sou assim mesmo”, assume o produtor. Se para alguns essa postura pode significar muitas portas fechadas, esse não é o seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://i188.photobucket.com/albums/z71/revistanoize/miranda.jpg" alt="" width="500" height="282" /></p>
<p>Carlos Eduardo Miranda, ou apenas Miranda, como é mais conhecido entre os iniciados do rock gaúcho, é um cara franco. Fala o que pensa, e fala tudo na cara. “É o meu jeito, eu sou assim mesmo”, assume o produtor. Se para alguns essa postura pode significar muitas portas fechadas, esse não é o seu caso. “Foi a franqueza que me abriu muitas delas”, afirma. Mesmo com a língua afiada, ele acumula sucessos ao longo de duas décadas de carreira. Atualmente no comando do site TramaVirtual, ele foi o responsável por lançar ao mundo a Cansei de Ser Sexy. Em bate-papo com o MSA, Miranda falou ainda sobre criação e produção, postura profissional e deu dicas de “como chegar lá” para as bandas iniciantes. Confira na íntegra:</p>
<p><strong>MSA:</strong> Tu já estiveste no palco, com a Urubu Rei e outras bandas, e se firmou nos bastidores, com a produção. Para ti, o que foi mais prazeroso? Fazer ou produzir música?</p>
<p><strong>MIRANDA:</strong> Olha, não tem muita diferença entre produzir ou fazer. As duas coisas podem ser legais, o que importa é o quanto aquilo que tu está fazendo realmente é verdadeiramente teu, e o quanto isso te abastece a alma. Produzindo eu fiz muito mais coisas do que como artista, então a maior parte do prazer que eu tive na vida com o trabalho musical foi com certeza na produção. Só por uma questão mesmo de oportunidade que eu tive.</p>
<p><strong>MSA:</strong> E como tu te envolveste com produção? Como começou essa história?</p>
<p><strong>MIRANDA:</strong> Ah, eu comecei a trabalhar para o teatro, sem cobrar, só para poder usar o estúdio de graça. O pessoal me pagava o estúdio, e eu fazia a trilha. Aí nessas eu acabei pegando uma boa prática de estúdio. Não foi intencional isso, mas acabou me levando à produção. Aí como eu estava familiarizado com o estúdio, quando algum amigo ia gravar uma demo me chamava para dar uma força. Então eu produzi duas músicas do Júlio Reny numa coletânea, um compacto do Pupilas Dilatas&#8230; E aí começou a minha carreira, aos poucos. Eu fiz o selo Vórtex junto com o Wander e os Replicantes. Eu acho que o  Vórtex foi o grande estopim, me abriu caminhos em São Paulo. E era um trabalho ruim, eu compilava coisas, botava trabalho artístico meu na roda também, mas foi isso que me fez ficar conhecido por lá.</p>
<p><strong>MSA:</strong> Tu és conhecido por ter um temperamento forte. Isso já fechou alguma porta?</p>
<p><strong>MIRANDA:</strong> Não, pelo contrario, foi a franqueza que me abriu muitas delas. Eu nunca entrei no embalo de ninguém, sempre segui os meus próprios princípios, e isso me garantiu sempre muito respeito. Muitas vezes, mesmo errando, eu dei minha opinião e fiquei firme nela. Sempre tive um ponto de vista relevante. E embasado, que é uma coisa importante, sem falar mal por falar mal.</p>
<p><strong>MSA:</strong> Qual foi a maior roubada em que tu te meteste, dentro da produção?</p>
<p><strong>MIRANDA:</strong> Eu nunca me senti numa roubada. Eu já fiz trabalhos complicados, coisas maiores do que eu tinha medido&#8230; Mas eu nunca chamaria de roubada, porque foram coisas que tiveram um resultado legal, que me fizeram muito feliz. Então não há nada que eu possa chamar de roubada na minha carreira.</p>
<p><strong>MSA:</strong> E qual foi o tiro no escuro que deu certo? Aquilo que tu jamais pensarias que funcionaria, e no final deu bons resultados?</p>
<p><strong>MIRANDA:</strong> Acho que nunca teve exatamente isso. Aconteceu mais o contrário, de coisas que eu acreditei muito que aconteceriam, e lamentavelmente não vingaram. Vivi isso várias vezes, e sempre foi muito triste. Não chega a ser uma decepção, mas tu ficas um pouco frustrado de não ter atingido aquilo que tu esperavas. O que acontece às vezes é uma banda que eu acreditei que ia trabalhar, ir atrás, não fazer isso tanto quanto deveria. Isso é muito ruim.</p>
<p><strong>MSA:</strong> Por último, que dica tu darias para as bandas que estão começando? O que é essencial que elas façam?</p>
<p><strong>MIRANDA:</strong> O essencial é trabalhar sério. Ensaiar muito, mas muito mesmo, não duas vezes por semana como a galera faz aí. Tem que ser todo dia, dedicar várias horas para isso. Conseguir bom equipamento também é fundamental. Nos shows, basicamente se ganha no grito. Quem falar mais alto, quem fizer o som mais foda é que vai se destacar. O equipamento e a técnica de execução precisam ser impecáveis. Ter autocrítica, não achar que está tudo bom, que tanto faz. As coisas têm que ser boas de verdade.  Viajar, fazer contatos, também é muito importante. Assistir aos shows de outros músicos, não ficar vivendo no seu mundo. Nesse meio, ninguém consegue nada sozinho. É preciso fazer uma cena, fazer parte de uma cena, conviver numa cena. Senão nada acontece.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/24/entrevista-miranda-o-produtor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Use a internet a seu favor</title>
		<link>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/23/use-a-internet-a-seu-favor/</link>
		<comments>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/23/use-a-internet-a-seu-favor/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 15:35:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nandoco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.musicaseaprende.com.br/?p=125</guid>
		<description><![CDATA[A internet pode ser a seara do músico independente que souber utilizar as ferramentas que o meio oferece. Não são poucas as opções de sites que podem auxiliar na divulgação da música, no estreitamento de contatos e no relacionamento com os fãs. Mas é claro, não pense que basta colocar sua banda em todo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet pode ser a seara do músico independente que souber utilizar as ferramentas que o meio oferece. Não são poucas as opções de sites que podem auxiliar na divulgação da música, no estreitamento de contatos e no relacionamento com os fãs. Mas é claro, não pense que basta colocar sua banda em todo o buraco que encontrar na rede – ela não vai estourar assim.</p>
<p>Abaixo, alguns serviços que você provavelmente conhece, com dicas do que vale e do que não vale a pena fazer com eles.</p>
<p><a href="http://www.myspace.com"><strong>Myspace:</strong></a><br />
A maior rede social do mundo é também um dos maiores catálogos de bandas independentes de todas as partes. Além da hospedagem de mp3, permite contatos pela troca de mensagens entre usuários e por comentários. Oferece serviço de blog e de galeria de fotos. Quer dizer, a princípio pode parecer que o Myspace é tudo de que você precisa.</p>
<p>O que vale a pena?<br />
Aproveitar que o serviço é gratuito e caprichar na aparência da página da sua banda, já que será sempre um dos primeiros resultados do Google. Existem templates gratuitos que conferem mais personalidade ao layout do seu Myspace. Enfim, um Myspace bonitão passa ideia de profissionalismo e preocupação com qualidade. E isso é muito bom.</p>
<p>O que não vale a pena?<br />
Acreditar que um Myspace todo cheio de enfeites substitui outras etapas do trabalho, como estabelecer uma rede de contatos e manter um canal de diálogo com o público atualizado (blog, twitter etc.). Para isso, existem outras ferramentas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Sites com templates legais para o Myspace:</span><br />
<a href="www.freelayouts.com">www.freelayouts.com</a><br />
<a href="www.myspacelibrary.com">www.myspacelibrary.com</a></p>
<p><a href="http://www.tramavirtual.com.br"><strong>Trama Virtual</strong></a><br />
Correspondente brasileiro do Myspace, o Trama Virtual é focado exclusivamente em música. Também oferece um player de mp3, com opção de download das músicas, além de álbum de fotos e formulário de contato. A vantagem: o serviço é brasileiro, a banda que se destaca aparece na página inicial da rede e ganha visibilidade no País.</p>
<p>O que vale a pena?<br />
Dar atenção para o Trama Virtual. Mesmo que o Myspace tenha tomado proporções muito maiores no mercado da música digital, uma página no Trama bem divulgada e abastecida ainda pode atrair o olhar de produtores e empresários brasileiros.</p>
<p>O que não vale a pena?<br />
Relegar a página da Trama Virtual ao segundo plano, como uma página que não receba atualizações. Acaba se tornando um cemitério de velhas canções, repleto de informações em desencontro com a página primária no Myspace, por exemplo.</p>
<p><a href="http://www.twitter.com"><strong>Twitter</strong></a><br />
O micro-blog é um grande terminal pelo qual passam informações de todas as partes. Bandas, pessoas, empresas – todo mundo aderiu à ferramenta de comunicação e troca de informação em 140 caracteres.</p>
<p>O que vale a pena?<br />
Usar o Twitter como complemento, uma interface pela qual a banda mantém a relação com o público, com atualizações ágeis e frequentes sobre gravações, shows e mesmo acontecimentos corriqueiros no dia a dia. É importante porque vai até o fã sem que ele precise acessar o site da banda.</p>
<p>O que não vale a pena?<br />
Um Twitter de banda sozinho não é nada. Não adianta ir na moda do micro-blog e esquecer do resto. Se ele não for usado em conjunto com Myspace, blog e fotolog, não tem força.</p>
<p><a href="http://www.sellaband.com"><strong>Sell a band</strong></a><br />
O Sell a Band é um serviço novo que coloca o fã na posição de sócio da banda. A rede social permite que se descubram bandas novas e se invista nelas. Difícil imaginar alguém fazendo isso na realidade brasileira, certo? Talvez, mas ainda assim o site tem serventia.</p>
<p>O que vale a pena?<br />
Bandas que possuam uma base legal de fãs podem associar o serviço a ações nos outros meios. Por exemplo: oferecer vantagens para fãs que contribuírem com qualquer doação, benefícios proporcionais à ajuda dada pelo fã, que motivariam a colaboração.</p>
<p>O que não vale a pena?<br />
Utilizar o site sem que haja promoções e benefícios associados às doações não vale a pena no Brasil. Mesmo que bastante gente conheça e goste da sua banda, a doação 100% voluntária é improvável e não compensa o esforço de aderir ao serviço e divulgá-lo.</p>
<p><a href="http://www.fotolog.com"><strong>Fotolog</strong></a><br />
O bom e velho fotolog ainda é um canal interessante de notícias e agenda. Cumpre um papel que o Twitter tenta substituir: juntar a foto à explicação do fato. Mas o fotolog tem a vantagem de apresentar as informações visual e textual na mesma página, o que permite que, por exemplo, se complemente a agenda da banda com a foto do último show.</p>
<p>O que vale a pena?<br />
Manter um fotolog com atualizações no mínimo mensais, e sempre divulgá-las no Twitter. Manter a agenda atualizada no fotolog, paralelamente com outros sites. Em todo o post do fotolog, colocar links para outros serviços de que a banda faz parte. Assim ele se torna mais do que um simples álbum de fotos.</p>
<p><strong>Então&#8230;</strong><br />
Quer dizer, os serviços online também têm mais força se utilizados em conjunto. Existem outros sites bacanas para descobrir e divulgar música. Segue uma pequena lista de serviços que podem interessar:</p>
<p><a href="http://www.pleimo.com">www.pleimo.com</a><br />
<a href="http://www.garagemp3.com.br">www.garagemp3.com.br</a><br />
<a href="http://www.last.fm">www.last.fm</a><br />
<a href="http://www.purevolume.com">www.purevolume.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/23/use-a-internet-a-seu-favor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Curso de Formação de Músicos e Produtores de Rock da Unisinos e Fnac promovem concurso</title>
		<link>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/20/curso-de-musicos-e-produtores-de-rock-da-unisinos-e-fnac-promovem-concurso/</link>
		<comments>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/20/curso-de-musicos-e-produtores-de-rock-da-unisinos-e-fnac-promovem-concurso/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 18:47:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nandoco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.musicaseaprende.com.br/?p=118</guid>
		<description><![CDATA[
Bandas de Rock, mexam-se! Entre 1º de dezembro deste ano e 25 de fevereiro de 2010 vai rolar uma oportunidade de ouro: o Garagem Fnac, concurso que o curso de Músicos e Produtores de Rock da Unisinos e a Fnac promovem em nome da diversidade cultural. A competição levará a banda vencedora para tocar em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://i76.photobucket.com/albums/j37/stinkingbadges/LedZep1975.jpg" alt="" width="511" height="334" /></p>
<p>Bandas de Rock, mexam-se! Entre 1º de dezembro deste ano e 25 de fevereiro de 2010 vai rolar uma oportunidade de ouro: o Garagem Fnac, concurso que o <a href="http://www.unisinos.br/rock">curso de Músicos e Produtores de Rock da Unisinos</a> e a <a href="http://www.fnac.com.br/">Fnac</a> promovem em nome da diversidade cultural. A competição levará a banda vencedora para tocar em uma loja da Fnac em São Paulo e a premiará com uma filmadora digital da Sony para que o bom momento – e todos os posteriores – fiquem devidamente registrados. Além da Sony, apoia o Concurso Garagem Fnac a maravilhosa loja de instrumentos <a href="http://www.madeinbrazil.com.br/">Made in Brazil</a>, que oferece uma guitarra de prêmio para o segundo colocado. A terceira posição leva R$ 300 em cheque-presente da Fnac.<br />
As inscrições para a competição são gratuitas e podem ser feitas entre 01/12 e 15/12/2009. Mais informações podem ser encontradas no regulamento, disponível <a href="http://www.unisinos.br/graduacao/files/regulamento_concurso.pdf">clicando aqui.</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/20/curso-de-musicos-e-produtores-de-rock-da-unisinos-e-fnac-promovem-concurso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>51</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gauleses Irredutíveis</title>
		<link>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/20/gauleses-irredutiveis/</link>
		<comments>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/20/gauleses-irredutiveis/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 15:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nandoco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.musicaseaprende.com.br/?p=115</guid>
		<description><![CDATA[
Os últimos anos foram generosos em histórias orais do rock. Lá fora, tudo começou com Coração Envenenado – Minha Vida com os Ramones, de Dee Dee Ramone, ex-baixista e fundador da banda. Foi essa biografia que inspirou Legs McNeil e Gillian McCain a escrever Mate-me Por Favor – Uma História Sem Censura do Punk, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.screamyell.com.br/literatura/gauleses.jpg" alt="" /><br />
Os últimos anos foram generosos em histórias orais do rock. Lá fora, tudo começou com Coração Envenenado – Minha Vida com os Ramones, de Dee Dee Ramone, ex-baixista e fundador da banda. Foi essa biografia que inspirou Legs McNeil e Gillian McCain a escrever Mate-me Por Favor – Uma História Sem Censura do Punk, que contava a história do gênero através do depoimento de seus protagonistas. Entre eles, ninguém menos que Lou Reed, Patti Smith, Iggy Pop e, é claro, os Ramones.</p>
<p>Enquanto o livro de Dee Dee só chegaria aqui em 2004, o livro dos editores da revista Punk virou sensação quando chegou ao Brasil no final dos anos 1990. Todos queriam o indiscreto volume com capa de fundo laranja e título em enormes garrafais pretas. Se hoje toda uma geração lamenta a divisão da obra em dois volumes, que perdeu metade da graça com a abolição da cor berrante, muitos também são o que choram o sumiço de um outro livro, esgotado em virtualmente todas as livrarias portoalegrenses.</p>
<p>Acontece que o livro de McNeil e McCain gerou frutos aqui no sul. Baseado nele, Alisson Avila, Cristiano Bastos e Eduardo Müller escreveram o hoje lendário<em><strong> Gauleses Irredutíveis</strong></em>, no qual esmiuçaram o rock gaúcho nos mesmos moldes dos primos americanos. Lançado em 2001, o livro foi um sucesso imediato. Hoje disponível apenas em sebos (fica a dica para quem quiser comprar), Gauleses&#8230; reuniu personagens e causos memoráveis da nossa cena. Conheça alguns deles:</p>
<p><strong><a href="http://www.myspace.com/minimundomini">CARLOS EDUARDO MIRANDA</a></strong></p>
<p>Ele ganhou atenção de todo o país como o  “jurado mau humorado” do programa Ídolos, no SBT. Mas muito antes de se tornar uma espécie de Simon Cowell brasileiro, Miranda já era figura carimbada do rock gaúcho. Antes de imaginar se tornar produtor e executivo da gravadora Trama, o “não-músico” dirigiu os selos Banguela e Excelente, atuou como jornalista e integrou as bandas Taranatiriça, Urubu Rei, A Vingança de Montezuma, Três Almas Perdidas e Atahualpa y us Pânques. E no palco ele era ainda mais agressivo que na frente das câmeras. Entre suas peripécias, ele conta no livro como foi repreendido após uma edição do festival Rock Unificado por jogar garrafas de plástico no público.</p>
<p><strong><a href="http://www.myspace.com/jupiterapple">JÚPITER MAÇÃ</a></strong></p>
<p>Flávio Basso dispensa apresentações. Júpiter Maçã e Jupiter Apple em carreira solo, ele encabeçou as bandas TNT e Cascavelletes nos anos 1980. Compositor, multi-instrumentista e desvairado, escandalizou gerações com seus shows caóticos, tão pontuais quanto seu talento. No livro, ele conta como se ressentiu quando, na época do Cascavelletes, Frank Jorge resolveu voltar a tocar com a Graforréia paralelamente. Então decidiu sabotar o show com Alexandre Barea, baterista da banda. Mas os dois beberam muito antes, e a sacanagem ficou pela metade. “A gente chegou cambaleando, no meio da galera, empurrando todo mundo”, completa Barea.</p>
<p><strong><a href="http://www.myspace.com/edukfrenetiko">EDU K</a></strong></p>
<p>Nascido Eduardo Dornelles, o líder do De Falla, afastado da banda desde 2004, passou a se dedicar à música eletrônica. Mas “o maior golpista da Gália”  ainda é mais  lembrado pelo seu trabalho no rock, no grupo que o fez famoso nacionalmente e em outros tantos. No livro, além de assumir que faz tudo por dinheiro, ele conta como quase apanhava, até da própria mãe, por sair na rua vestindo apenas um maiô: “Às vezes, vinha a polícia, ou parava um caminhão, e descia um monte de cara sedentos dizendo ‘vem cá, minha puta!’”.</p>
<p><strong><a href="http://www.myspace.com/marcelobirck">MARCELO BIRCK</a></strong></p>
<p>Marcelo foi o primeiro vocalista e guitarrista da Graforréia Xilarmonica. Mas enquanto o irmão Alexandre seguiu no commando das baquetas na banda, ele resolveu ir para outras paragens e deu início a uma carreira solo. Como Miranda, também tornou-se produtor. Mas uma de suas histórias mais memoráveis no Gauleses tem mais a ver com os maiôs de Edu K. No livro, ele conta como surgiu o visual da Graforréia no seu início: “Minha mãe resolveu botar fora um monte de roupas démodé – e eu e o Frank Jorge resolvemos usá-las. Tinham uns modelos absurdos: umas ceroulas listradas de amarelo, vermelho e verde…”. “Daí, nos olhamos e dissemos: “vamos montar uma banda com isso!”, completa Frank.</p>
<p><strong><a href="http://www.myspace.com/egistodalsanto">EGISTO DAL SANTO</a></strong></p>
<p>Egisto Dal Santo não pára. Além da Colarinhos Caóticos, ele já passou pelas bandas Ponto de Vista, Elektra, Groo Brothers, Acretinice Me Atray, Benedyct Eskine e Saltin Mantra. Em carreira solo, venceu Júpiter ao assumir em diferentes fases três nomes diferentes: Egisto Ophodge, Egisto 2 e Egisto Dal Santo, o mais recente. Como produtor já assinou mais de 40 discos. Entre eles, o clássico máximo de Flávio Basso, <em>A Sétima Efervescência</em>. Não satisfeito em produzir, Egisto também tocou para a gravação do disco. No livro, dá pra conferir como, durante um show da Colarinhos, a policia entrou pela segunda vez no antigo Garagem Hermética e fechou toda a rua Barros Cassal.</p>
<p><em>Gauleses Irredutíveis, </em>de Alisson Ávila, Cristiano Bastos e Eduardo Muller<br />
Editora: Sagra-Luzzatto<br />
Quanto: R$ 22 (267 págs.)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/20/gauleses-irredutiveis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Promoção: Ingressos para Rockwork Orange</title>
		<link>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/19/promocao-ingressos-para-rockwork-orange/</link>
		<comments>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/19/promocao-ingressos-para-rockwork-orange/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 15:12:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nandoco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Promoções]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.musicaseaprende.com.br/?p=109</guid>
		<description><![CDATA[
Update: Os vencedores da promo, que levaram cada um um par de entradas para a Rockwork, foram Luciano Braga, @conradosevero, Ana e Felipe. Entrem em contato pelo contato@noize.com.br usando o email que cadastraram na hora de comentar. 
O @musicaseaprende e a @revistanoize darão freepasses para a baita festa Rockwork Orange, nesta edição com o tema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://i188.photobucket.com/albums/z71/revistanoize/rockwrk.jpg" alt="" width="500" height="261" /></p>
<p><span style="color: #008000;">Update: Os vencedores da promo, que levaram cada um um par de entradas para a Rockwork, foram Luciano Braga, @conradosevero, Ana e Felipe. Entrem em contato pelo <strong>contato@noize.com.br</strong> usando o email que cadastraram na hora de comentar. </span></p>
<p>O <a href="http://twitter.com/musicaseaprende" target="_blank">@musicaseaprende</a> e a <a href="http://twitter.com/revistanoize">@revistanoize</a> darão freepasses para a baita festa Rockwork Orange, nesta edição com o tema &#8220;Beethoven não me dá ouvidos!&#8221;. Ganhar um dos 4 pares é barbada, basta responder <span style="text-decoration: underline;">nos comentários do post</span>: <strong>“O que você gostaria de falar para Beethoven?”</strong>. As melhores respostas levam freepass pra <a href="http://twitter.com/rockwork" target="_blank">@rockwork</a> dia 21 de novembro no <a href="twitter.com/cabaret_">@cabaret_</a> (Porto Alegre). A promoção vai até sexta-feira, 17h. E o resultado você confere aqui às 18h. Confera abaixo o release da festa.</p>
<p><em>Beethoven não me dá ouvidos!</em></p>
<p><em>Pelos cantos das psiques sujas de vocês há um sentimento reprimido, Beethoven nunca respondeu aos seus chamados, e está pagando por isso, em algum lugar do cosmos. John e Bob sempre te escutaram e por isso já ganharam suas homenagens em edições da Rockwork, agora é a hora de pedir atenção pro bisavô do Rock!<br />
Imersos na lascividade ancestral do Cabaret! e no barulho dos mais sujos rocks, Rafael Avancini, Fernanda Bona e Joe Amorim estarão realizando a exposição fotográfica “Street Trash”. Como de costume, Moloko pros paladares refinados, rock para os ouvidos sórdidos e bótons para os primeiros peitinhos! Dancing with the Droogies<br />
Thales Speroni (@rockwork)<br />
Solh (@solh)<br />
Bárbara Grehs (@cokeandnutella)<br />
Mell Helade (@revistanoize) + Fê México (@_fernanda)<br />
Tito (@laikaclub)<br />
Quando: Sábado, 21/11, 23h.<br />
Onde: Cabaret, Av. Independência, 590<br />
Quanto: R$15, R$10 com nome na lista até 1h.<br />
Barbadas: Moloko e bótons para os primeiros!<br />
Atrações: DJs bacanas, e Expo de foto “Street Trash” e mais.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/19/promocao-ingressos-para-rockwork-orange/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>134</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A sinfonia roqueira do Superguidis</title>
		<link>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/18/a-roqueira-sinfonia-do-superguidis/</link>
		<comments>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/18/a-roqueira-sinfonia-do-superguidis/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 10:50:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nandoco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[a amarga sinfonia do superstar]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[musiaseaprende]]></category>
		<category><![CDATA[superguidis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.musicaseaprende.com.br/?p=102</guid>
		<description><![CDATA[
Eles estão na estrada desde 2002. Começaram em Guaíba, mas com o segundo disco ganharam atenção internacional. Os guris da Superguidis, que agora aguardam o lançamento do terceiro trabalho, ainda sem nome definido – “acho que gente vai deixar ele sem nome&#8230; vai ser o &#8220;terceiro&#8221; mesmo”, brinca o vocalista e guitarrista Lucas Pocamacha  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://i188.photobucket.com/albums/z71/revistanoize/guidis.jpg" alt="" width="500" height="282" /></p>
<p>Eles estão na estrada desde 2002. Começaram em Guaíba, mas com o segundo disco ganharam atenção internacional. Os guris da Superguidis, que agora aguardam o lançamento do terceiro trabalho, ainda sem nome definido – “acho que gente vai deixar ele sem nome&#8230; vai ser o &#8220;terceiro&#8221; mesmo”, brinca o vocalista e guitarrista Lucas Pocamacha  – colhem os frutos de<em> <a href="http://www.superguidis.com.br/" target="_blank">A Amarga Sinfonia do Superstar</a></em> (2007). Apesar de Lucas descrever o caminho percorrido pela banda como “ relativamente longo”, eles chegaram rápido a uma posição que muitas bandas almejam – e de forma independente. Lançado pela Senhor F Discos no Brasil e na Argentina, sob o selo Scatter Records, <em>A Amarga&#8230; </em>ganhou boas críticas em terras hermanas. Argentina e Uruguai já estão incluídos na turnê do próximo disco, mixado em Nova York pelo produtor Kyle Kelso, e que deve sair em março de 2010. A presença constante na internet também foi importante para a banda, onipresente nas redes sociais. “Sem internet e ferramentas digitais nunca teríamos chegado aos ouvidos do Fernando Rosa, e sabe-se lá onde estaríamos hoje”, afirma Lucas. Foi na rede que Robert Pollard e Doug Gillard, do <a href="http://www.myspace.com/guidedbyvoices" target="_blank">Guided by Voices</a>, elogiaram o som da banda. Mais especificamente no MySpace, onde adicionaram os Guidis. Confira o bate-papo na íntegra:</p>
<p><strong>MSA:</strong> <em>A Amarga Sinfonia do Superstar </em>é um marco na carreira de vocês. Como foi o caminho até ele, quais foram as maiores dificuldades até chegar nesse trabalho?</p>
<p><strong>LUCAS:</strong> Foi um caminho relativamente longo! A gente começou em 2002. Em 2003 e 2004 vieram as duas primeiras demos, e uma compilação das duas. Em 2005 gravamos o primeiro disco, que só foi lançado em 2006 pelo Senhor F Discos. Esse disco, que foi gravado caseiramente pelo Rafael Sonic, nosso bróderzão de Guaíba, foi o que abriu as portas pra gente. Tanto pra visibilidade nacional no circuito independente, quanto pra um contato mais próximo com o Fernando Rosa, do selo <a href="http://www.senhorf.com.br/agencia/main-senhorf-discos.jsp?codSessao=39" target="_blank">Senhor F Discos</a>. Foi aí que começou a ralação mesmo. Tocar em vários lugares, perder um monte de aulas, passar fins de semana sem dormir nem comer direito&#8230; Acho que essa vivência nos ajudou bastante a descobrir o que a gente queria de verdade com a nossa música. Depois disso, já tínhamos repertório pra gravar um segundo disco. Foi tudo diferente, é o segundo disco, muitas bandas mal chegam ao primeiro! Fora isso, a gente nunca tinha feito um disco assim mais profissional. o primeiro tinha sido gravado quase de brincadeira, e no segundo a gente já teve que lidar com problemas mais sérios como ter um produtor apontando os erros e toda uma preocupação maior com os arranjos e detalhes. No fim das contas ficamos muito orgulhosos do nosso trabalho.</p>
<p><strong>MSA:</strong> No Brasil ele foi lançado pela Senhor F Discos, na Argentina pela Scatter Records. Com funciona esse esquema de duplo lançamento? Como foi a receptividade do disco na Argentina, onde vocês já são bem conhecidos?</p>
<p><strong>LUCAS: </strong>Pois é, o Fernando Rosa, dono do nosso selo, tem essa parceria com o pessoal da Scatter lá na Argentina. Inclusive o selo também distribui alguns títulos da Scatter no Brasil. É bem interessante! Pra nós está sendo ótimo isso. Segundo a Silvie da Scatter, tem vendido bastante os nossos discos lá na Argentina, especialmente logo depois que nós fomos lá pela primeira vez em 2007. Aliás, foi um dos shows mais importantes da nossa carreira na minha opinião. Pela primeira vez tocamos pra um público que não conhecia nenhuma das nossas músicas. A recepção surpreendeu o mais otimista, foi incrível!</p>
<p><strong>MSA: </strong>Outra característica importante da banda é o uso da internet. Como é esse contato direto com o público, e quanto do sucesso atual da banda vocês atribuem ao uso dessas ferramentas? Contribuiu, ou nem tanto?</p>
<p><strong>LUCAS: </strong>Pô, foi essencial! Sem internet e ferramentas digitais nunca teríamos chegado aos ouvidos do Fernando Rosa, e sabe-se lá onde estaríamos hoje. O contato com a galera é bem divertido, é legal saber a opinião de quem nos ouve. Nos interessamos muito por isso, e sempre pedimos conselhos pro pessoal da comunidade do Orkut.</p>
<p><strong>MSA: </strong>Em que ponto a banda resolveu procurar produção? E como começou a parceria com o Phillipe Seabra, que produziu A <em>Amarga Sinfonia&#8230;</em>, e agora também o novo disco? Foi uma questão de afinidade?</p>
<p><strong>LUCAS:</strong> A coisa é que o Seabra é co-fundador do Senhor F Discos. E ele tem um baita estúdio lá em Brasília, daí a maioria das bandas do selo vai gravar lá com a produção dele. Foi daí que começou a parceria. O terceiro disco foi a mesma coisa.Gostamos muito do trabalho dele no nosso segundo disco. O terceiro ficou incrível também.</p>
<p><strong>MSA:</strong> Por falar em novo disco, como está rolando a mixagem e masterização nos EUA?<br />
Já há alguma previsão de nome e data de lançamento? O que vocês esperam dessa nova turnê?</p>
<p><strong>LUCAS: </strong>Cara, a mixagem já está pronta! Só estamos esperando o Gustavo Dreher finalizar a masterização. Mas no fim o disco vai ser lançado em março de 2010. Achamos melhor esperar, porque senão ia ficar estranho lançar em dezembro e esperar até março pra começar a divulgar. Mas como prêmio pra todo mundo que tá esperando impaciente, a gente vai incluir um segundo CD com todo o áudio do show acústico que gravamos agora em 2009. Daí no fim do ano de 2010 vai rolar o DVD com o show completo. Vai ser diversão garantida! Quanto a nome, acho que gente vai deixar ele sem nome&#8230; vai ser o &#8220;terceiro&#8221; mesmo. E em relação à turnê&#8230; Queremos tocar em todos os lugares possíveis, já estamos cheios de convites pra tocar em várias cidades por aí, mas o grande problema é a questão financeira. Todos nós temos compromissos aqui em Porto Alegre, e isso impossibilita viagens muito longas, pra ficar uma ou duas semanas fora de casa. Acabamos ficando presos aos fins de semana, o que torna tudo mais caro.</p>
<p><strong>Curtam a banda tocando &#8220;Malevolosidade&#8221; no programa TramaVirtual.</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/I-E9YkStZqs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/I-E9YkStZqs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="www.noize.com.br">Foto: Rafa Rocha/NOIZE</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.musicaseaprende.com.br/2009/11/18/a-roqueira-sinfonia-do-superguidis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3850</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
