Promoção: Box Premiado Música Se Aprende

Promoções 17 novembro 2009 | 23 Comments

O oráculo não mente. Os roqueiros pré-destinados da vez são Sabrina Kwaszko e Lourenço de Pauli. Não concorda? Haverá mais chances de revelar seu destino!

A Sabrina e o Lourenço devem enviar um email para contato@noize.com.br para agilizar a entrega do box.

Obrigado a todos que participaram.

Apenas dois roqueiros ganharão o Box Premiado Música Se Aprende. As duas caixas, que aguardam a chegada das pessoas pré-destinadas a porem as mãos nelas, vêm recheadas com os seguintes ítens:

01 assinatura da Revista NOIZE por 6 meses
05 horas de ensaio no estúdio Bandas Gaúchas
01 camiseta King 55
01 par de tênis All Star

Para ganhar, basta responder: Por que você é o roqueiro pré-destinado que merece o Box Premiado Música Se Aprende? Responda nos comentários. O oráculo do rock avisará os escolhidos por email na quinta-feira, 19 de novembro, ao meio-dia.

Até lá, convençam-nos!

Promoção: Ingresso para Franz Ferdinand em Porto Alegre

Promoções 12 novembro 2009 | 22 Comments

Atenção: Esta promoção termina dia 19 de novembro, quinta-feira, às 14h!

Quer ir de graça ao show do Franz Ferdinand? É fácil!!!

Basta seguir o @musicaseaprende no Twitter e retuitar a mensagem: “RT @musicaseaprende te leva ao show do Franz Ferdinand em POA! Acesse http://migre.me/bptr

Você pode retuitar a mensagem uma vez por dia, e cada RT é uma chance a mais de ganhar!

O sorteio do ingresso será feito no dia 20 de novembro.

O vencedor será contatado pelo Twitter.

O show do Franz Ferdinand é dia 18 de março, no Pepsi on Stage.

A prática em foco

Entrevistas 11 novembro 2009 | 58 Comments

Botar a mão na massa, aprender na prática. Para Reynaldo Migliavacca Neto, 25, e Andreas Nicola Ravizzoni, 20, esse é o grande destaque da Formação de Produtores e Músicos de Rock. Os dois alunos, que se formam no final do ano, apontam a experiência em estúdio como o grande diferencial do curso. “Nós gravamos fora do campus, normalmente em Porto Alegre. Isso é muito bom para conhecer os estúdios, fazer um trabalho de produtor mesmo”, afirma Reynaldo. “Essas visitas acrescentam muito. A gente está conseguindo muitos contatos que não estariam ao nosso alcance de outra forma”, completa Andreas.

Frank Jorge, coordenador do curso, explica que a ideia é oferecer mais que um ambiente de laboratório, comum nas universidades: “Eles convivem com profissionais do meio musical. O curso não cria uma situação fictícia, para o aluno imaginar como é. Ele trabalha no mercado”. Reynaldo, baterista da banda Severo em Marcha, e Andreas, que se lança em carreira solo, no último semestre tiveram a oportunidade de montar uma banda com os colegas e gravar um disco. Apesar de não terem intenção de levar adiante o Fellas, como o projeto foi chamado, a gravação deu bagagem aos guris. “Foi muito bacana. Nós microfonamos, mixamos tudo com a ajuda dos professores”, conta Reynaldo.

A preparação para encarar a música como atividade profissional também é um ponto importante. Para Reynaldo e Andreas, que tocam desde crianças, buscar o curso foi uma questão de profissionalização. “Eu procurei o curso porque quero me lançar como músico.  Eu pensava ‘bah, não vou fazer música, vou fazer publicidade para aprender como se faz a divulgação de um músico’. Aí encontrei o curso, que é exatamente isso. É mais focado”, revela Andreas. Mas se engana quem pensa que a “escola do rock” é só para quem domina um instrumento. “Não é um requisito fundamental a prática do instrumento. O aluno pode não ser um grande instrumentista, mas ele pode ser um bom vocalista, ou pode querer se dedicar exclusivamente à produção”, explica João Paulo Sefrin, que coordena o curso ao lado de Frank.

Confira o som do Fellas!

Promoção: um upgrade para sua banda!

Promoções 10 novembro 2009 | 8 Comments

Promoção encerrada. No @musicaseaprende dá par conferir a foto da Sandálias – e por que eles precisavam desse upgrade.

Tire uma foto que mostre que sua banda precisa urgentemente de um upgrade no visual. Envie para contato@noize.com.br junto com o endereço do myspace para provar que a música de vocês vale a pena. Siga–nos no @musicaseaprende e aguarde.

A melhor banda com o pior visual ganhará de presente um belo empurrão na carreira, incluindo:
_Upgrade no vizu com peças da Spirito Santo*.
_Foto de divulgação feita por fotógrafo profissional**.
_Entrevista no Música se Aprende, blog do Curso de Formação de Músicos e Produtores de Rock da Unisinos.
_Release profissional, para bombar a divulgação da sua banda.

*Valor total das peças de roupa no valor de até R$ 1 mil (mil reais).

** Foto feita pela fotógrafa Gabriela M.O.

5 mestres da produção

Matérias 9 novembro 2009 | 179 Comments

Eles produziram grandes nomes, transformaram gêneros musicais e fizeram história. No melhor estilo Rob, o aficionado por top fives vivido por John Cusack no filme Alta Fidelidade, o blog também fez a sua lista e reúne aqui cinco produtores essenciais na história da música.

PHIL SPECTOR

philspector

Se genialidade e loucura caminham mesmo juntos, Spector é a prova viva dessa máxima. Ele produziu ninguém menos que Elvis Presley, Tina Turner, Beatles, Ramones e Leonard Cohen. Ganhou fama com a “wall of sound”, técnica genial que criou nos anos 60. A parede de som consistia na combinação de guitarras tocando a mesma nota e instrumentos de orquestra, todos gravados em câmaras de eco. O resultado era um som denso e reverberante, que dava mais consistência para as transmissões mono da época. Genialidade à parte, durante toda a sua vida o produtor também acumulou boatos que especulavam sobre sua saúde mental. Entre eles, de que possuía o costume de apontar sua arma para os artistas com quem trabalhava. Em abril desse ano, ele foi condenado a 19 anos de prisão pelo homicídio da atriz Lana Clarkson.

Veja aqui os dez momentos mais esquisitos da trajetória de Spector:
http://oldies.about.com/od/oldieshistory/a/weirdspector.htm

GEORGE MARTIN

Sir George

Embora negue o titulo, Martin é considerado o quinto beatle – com muito mérito. Em 1962, ele acolheu os fab four. Então diretor do selo Parlophone, da EMI, assumiu a tarefa de moldar a sonoridade ainda crua dos quatro, até então rejeitados por virtualmente todos os grandes selos britânicos. Era apenas o começo de uma longa relação. Ele produziu todos os álbuns dos Beatles, com exceção do problemático Let It Be*. Mais que isso, escreveu arranjos e assumiu os teclados em muitas das primeiras gravações da banda. Sua participação no crescimento dos Beatles é inegável. Após a dissolução do grupo, Martin ainda produziu dois duetos de Paul (Ebony and Ivory, com Stevie Wonder, e Say, Say, Say, com Michael Jackson). Seu último trabalho foi simbólico: para encerrar a carreira, ele escolheu produzir Love, o espetáculo do Cirque du Soleil com músicas remixadas dos garotos de Liverpool.

* Este último foi cria de Phil Spector, cujos desentendimentos com Paul McCartney culminaram com o lançamento de Let It Be… Naked, em 2003. O ex-beatle relançou o disco original, sem a participação de Spector, alegando que o produtor teria arruinado o disco com seus arranjos.

BUTCH VIG

butchvig

Butch Vig foi o grande produtor dos anos 1990. Embora muita gente não saiba, o baterista do Garbage não produziu apenas os discos de sua própria banda. Na verdade, ele já tinha bastante experiência na área antes de formá-la, em 1994. Vig foi o produtor de dois discos épicos: Nevermind, do Nirvana, de 1991, e Siamese Dream, do Smashing Pumpkins, de 1993. Com Nevermind, ele deu ao grunge os pedais big muff e os overdubs de guitarra que conquistaram o mundo. Com o disco dos Pumpkins, com quem já havia trabalhado em Gish, levou o rock alternativo a outro nível. Entre outros trabalhos, Vig também produziu os clássicos Bricks Are Heavy, do L7, e Dirty, do Sonic Youth. Seu último trabalho foi ao lado do Green Day, com 21st Century Breakdown. O disco foi lançado em maio desse ano.

LEE “SCRATCH” PERRY

leeperry

Como Spector, Perry chama a atenção por sua aparente insanidade. Mas enquanto histórias de instabilidade e abuso de drogas ganham uma aura de ficção, é inegável a sua contribuição para o reggae e o dub. Ao lado de King Tubby, o produtor jamaicano lançou os dois gêneros para o mundo. Mesmo ao produzir figuras seminais como Bob Marley e os Wailers, não deixou de ser inovador. Pelo contrário – foi a experimentação que o fez famoso. O exemplo mais claro é o single People Funny Boy, primeiro a ser lançado pelo seu selo Upsetter, em 1968. Com uma batida notavelmente preguiçosa, a faixa marcou a transição do ska agitado para o reggae de raiz.

RICK RUBIN

Rick Rubin - 2007

Como muitos roqueiros não conhecem o trabalho de Butch Vig, é provável que a maioria dos fãs de nu metal saibam o nome de Rubin apenas pela sua participação no álbum Minutes to Midnight, do Linkin Park. Mas enquanto os membros da banda de Chester Bennington apenas saíam das fraldas, nos anos 80 ele já fundia o rap ao hard rock e heavy metal ao lado do Run-D.M.C. Alçado ao estrelato ao se tornar o primeiro DJ dos Beastie Boys, e ao fundar a Def Jam Records ao lado de Russell Simmons, Rubin consolidou seu trabalho com o selo American Recordings. Com um estilo minimalista de produção, ficou famoso por eliminar cordas, backing vocals e reverb, preferindo vocais e instrumentos mais limpos. Nos últimos anos, o produtor também se dedicou a revigorar a carreira de artistas veteranos. Entre eles, Neil Diamond e Johnny Cash.

Aproveita e confere uns vídeos de músicas que tiveram o peso das mãos dos caras:

PHIL SPECTOR: Ramones – Baby I Love You
GEORGE MARTIN: Beatles – Lovely Rita (Martin tocou teclado nessa faixa)
BUTCH VIG: Smashing Pumpkins – Today
LEE PERRY: Lee Perry – People Funny Boy
RICK RUBIN: Beastie Boys – No Sleep Til Brooklyn

Música se aprende, sim!

Entrevistas 6 novembro 2009 | 60 Comments

Desde sempre os limites entre talento e trabalho são questionados no meio artístico. Até que ponto é importante certo jeito para a coisa? Quanto afinal depende  do empenho do artista, do seu domínio da técnica? Para João Paulo Sefrin, coordenador do curso de Formação de Produtores e Músicos de Rock da Unisinos, a vocação é necessária sim. Mas para desenvolvê-la, é preciso estudo e dedicação. “Ela sozinha não se basta. É preciso estudar, experimentar, ouvir muita coisa, ler e pesquisar muito”, afirma. E completa: “Há um ditado que diz que a música é 10% inspiração, 90% transpiração. De certa forma, é muito verdade isso”.

No curso da Unisinos, essa “transpiração”  se divide em conteúdo teórico em sala de aula e prática no estúdio. A teoria tem como foco a construção de uma identidade musical de cada aluno, sem preconceitos ou fórmulas prontas. “Tem todo um contexto de história da musica, do desenvolvimento de uma linguagem musical que os alunos precisam ter mesmo se dedicando ao rock e à música popular de modo geral. Eles precisam desenvolver uma linguagem musical através da qual eles possam se comunicar com qualquer músico, de qualquer parte do mundo. Nesse aspecto, a minha contribuição é bastante grande”, conta Sefrin, que é bacharel em música, com habilitação em regência.

O maestro é quase o contraponto de Frank Jorge, também coordenador. Além da carreira solo, Frank é conhecido na cena de rock gaúcha por seu trabalho ao lado das bandas Cascavelletes, Graforréia Xilarmônica e Cowboys Espirituais. Filho dos anos 80, aprendeu na prática o que passa hoje aos alunos do curso. Tudo foi pensado desde a elaboração da grade curricular. ”Legislação, direito autoral, software de áudio, tudo isso eu aprendi na estrada. Pensei: tenho que colocar no curso”, conta o músico. Ao longo dos 5 semestres, esse conteúdo também é levado para o estúdio, onde os alunos ensaiam o cotidiano de uma produção de verdade. Fora do campus, em diversos estúdios de Porto Alegre, aprendem toda a rotina de gravação em trabalhos próprios e dos colegas. E algum talento já foi revelado nas salas da Unisinos? “Sim. A gente percebe alunos com um talento muito grande, e fico satisfeito de a gente poder oferecer a oportunidade de ele desenvolver esse dom que ele tem”, orgulha-se Sefrin.

Promoção – Ingressos para Júpiter Maçã em Porto Alegre

Promoções 5 novembro 2009 | 5 Comments

As duas primeiras pessoas que responderem por comentário a questão “Que música de Júpiter Maçã menciona o criador do nome Pink Floyd?” entrarão de graça no show do mestre do rock Júpiter Maçã, com abertura da magnífica e instrumental Pata de Elefante.

O showzaço acontece hoje, 5/11, às 23h, no Bar Opinião (Rua José do Patrocínio, 834 – Cidade Baixa – Porto Alegre).

Mestre Júpiter Maçã/Jupiter Apple/Flávio Basso, co-fundador das seminais TNT e Cascavelletes, e de prolífica carreira solo:

Pata de Elefante (Gabriel Guedes, Gustavo Telles e Daniel Mossmann), um dos principais nomes do rock instrumental nacional:

Confiança é tudo – entrevista com Sandra Narcizo

Entrevistas 4 novembro 2009 | 32 Comments

sandranarcizo

Cinquenta anos, mais de 20 deles dedicados à produção de espetáculos. Sandra Narcizo, atualmente no comando da MS2 Produtora, acumula conhecimento – e muitas histórias para contar. A produtora, que no inicio de sua trajetória fez amizade com Sting, quando o ex-líder do The Police veio a Porto Alegre, em 1987, hoje gerencia uma diversidade de artistas. Além de seu trabalho no teatro, é responsável por atrações musicais que vão da MPB ao Rock. Entre eles, o compositor Marcelo Delacroix, a banda Izmália e o grupo uruguaio Fugata Tango. Para ter sucesso em mundos tão diferentes, ela revela que o segredo está na confiança. “O artista confia sua imagem e sua carreira ao produtor. É preciso muita confiança”, afirma.

MSA: Como tu te envolveste com produção? Como tudo começou?

SANDRA: Na verdade eu comecei a fazer produção sem saber que fazia produção. Comecei a administrar eventos, contratações de shows, e fazia a organização em determinadas áreas. Área de alimentação, área de produção, de planejamento propriamente dito… E isso foi crescendo, porque quem começa a fazer produção não consegue parar mais. Na verdade, o que é a produção? É administrar uma área de um evento. Na medida do possível, tu vais aprendendo e abrangendo teu nível de atuação. Quando tu começas a trabalhar em um projeto que tem sucesso, outras pessoas que estavam envolvidas ou apenas assistindo acabam te contratando. Pedem um serviço, e depois outro e mais outro. Dentro da música, o primeiro grande evento no qual me envolvi foi a vinda do Sting a Porto Alegre.

MSA: Tem uma história de que ele teria se encantado por ti…

SANDRA: Eu acho que ele gostou de trabalhar comigo. Mas pelo jeito dele, isso poderia acontecer com qualquer um que estivesse no meu lugar. Ele é de uma generosidade tremenda. Eu trabalhava na área de alimentação, e fiquei responsável pelo cardápio dele, que era macrobiótico na época. Então eu fiz cursos sobre a macrobiótica e o acompanhei nesse show. Foi engraçado porque eu parecia até enfermeira dele. Eu precisava usar um avental branco, do setor de alimentação, e como ele gostou muito de mim, andava para cima e para baixo com ele. No final das contas ele assinou o meu avental, que acabou indo para a lavanderia. Foi terrível, apagou o nome todo.

MSA: Se existisse um curso como o da Unisinos quando tu começaste, tu terias feito? Ou foi melhor aprender com a experiência?

SANDRA: Com certeza. É importante que existam escolas que preparem para o mercado. Mas por outro lado, eu acho que a minha geração teve certa vantagem. Como quebramos a pedra para construir o muro, acabamos aprendendo muito, por feeling e por necessidade. Era uma outra época, tudo era mais informal. Não existia nenhum curso aqui, só no exterior. Quem se envolvia com produção eram pessoas que estudavam antropologia, letras, sociologia, administração. Se tu tinhas determinado conhecimento, era contratado. Hoje está tudo mais profissional, tudo é visto mais como negócio. Sempre foi um negócio, mas não havia essa consciência mais comercial. A gente fazia tudo por amor à arte.

MSA: Como é transitar em universos tão diferentes como a MPB e o Rock, dentro da produção? Afinal, se lida com diferentes públicos, abordagens, locais de apresentação…

SANDRA: É um pouco diferente. A maioria das produtoras foca em determinado segmento. Tem duas, três bandas, mas todas no mesmo estilo. E não é fácil. É uma coisa de 24 horas, de viver envolvido. A gente está sempre investigando um lugar para fazer show, um lugar para um evento, procurando artistas, fazendo divulgação, elaborando estratégias. Mas é inevitável não ampliar. Tu és levado a isso, percebe que essa condição existe. Para tu teres uma ideia, agora estamos abrindo um selo para divulgar os artistas em todo o país. Vai se chamar MS2 Records. Inauguramos no começo do ano que vem, com o Daniel Drexler e a Ana Prada. Aconteceu naturalmente, partiu dos artistas. Eles pediram que fizéssemos isso. E esse é o grau de confiança que eles têm na gente. O artista confia sua imagem e sua carreira ao produtor. É preciso muita confiança.

MSA: Por último, que conselho tu darias aos jovens que se iniciam agora na produção?

SANDRA: Primeiro, identificação. Tu tens que te identificar com a área, não dá para fazer uma coisa só porque tu achas que pode. Segundo, informação. É fundamental buscar profissionalização e conhecimento, tanto financeiro quanto de causa. Não dá mais para ser amador. Terceiro, bons relacionamentos. Isso tu tens que ter para o resto da tua vida. Fora isso, paixão absoluta. Paixão é tudo o que tu precisas para isso. É muito difícil, é muita responsabilidade, é muita dor inclusive. São muitas as pedras no meio do caminho.

1, 2, 3, 4!!!

Editorial 27 outubro 2009 | 82 Comments

Eu amo Rock ‘n’ Roll. Acho uma forma de arte excitante. É revolucionário e muda as pessoas, muda seus corações… Mas é verdade, mesmo o Rock ‘n’ Roll é repleto de porcaria. - Nick Cave

estudio

Fora o Rock ‘n’ Roll ruim! Bem-vindo ao Música se Aprende, blog do curso superior de Formação de Produtores e Músicos de Rock da Unisinos. Diariamente o MSA, como chamaremos carinhosamente o blog daqui para frente, será abastecido com conteúdo potente sobre o Rock e o universo da produção musical em todas suas dimensões. Mais que isso, até o dia 28 de novembro serão postadas aqui diversas promoções que qualquer apreciador de música não vai querer perder – e as entrevistas e matérias publicadas mostrarão que o Rock é muito mais do que três acordes.

Já abrimos as portas com a casa cheia: confira na sequência o que os alunos têm a falar sobre o curso, um post bacana sobre cinco produtores que ficaram para a história, uma entrevista com a produtora Sandra Narcizo e um bate-papo com Frank Jorge e João Paulo Sefrin, respectivamente diretor e coordenador do curso. E, claro, há muito mais por vir.