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	<title>Música se aprende &#187; superguidis</title>
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		<title>A sinfonia roqueira do Superguidis</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 10:50:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nandoco</dc:creator>
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		<category><![CDATA[a amarga sinfonia do superstar]]></category>
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Eles estão na estrada desde 2002. Começaram em Guaíba, mas com o segundo disco ganharam atenção internacional. Os guris da Superguidis, que agora aguardam o lançamento do terceiro trabalho, ainda sem nome definido – “acho que gente vai deixar ele sem nome&#8230; vai ser o &#8220;terceiro&#8221; mesmo”, brinca o vocalista e guitarrista Lucas Pocamacha  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://i188.photobucket.com/albums/z71/revistanoize/guidis.jpg" alt="" width="500" height="282" /></p>
<p>Eles estão na estrada desde 2002. Começaram em Guaíba, mas com o segundo disco ganharam atenção internacional. Os guris da Superguidis, que agora aguardam o lançamento do terceiro trabalho, ainda sem nome definido – “acho que gente vai deixar ele sem nome&#8230; vai ser o &#8220;terceiro&#8221; mesmo”, brinca o vocalista e guitarrista Lucas Pocamacha  – colhem os frutos de<em> <a href="http://www.superguidis.com.br/" target="_blank">A Amarga Sinfonia do Superstar</a></em> (2007). Apesar de Lucas descrever o caminho percorrido pela banda como “ relativamente longo”, eles chegaram rápido a uma posição que muitas bandas almejam – e de forma independente. Lançado pela Senhor F Discos no Brasil e na Argentina, sob o selo Scatter Records, <em>A Amarga&#8230; </em>ganhou boas críticas em terras hermanas. Argentina e Uruguai já estão incluídos na turnê do próximo disco, mixado em Nova York pelo produtor Kyle Kelso, e que deve sair em março de 2010. A presença constante na internet também foi importante para a banda, onipresente nas redes sociais. “Sem internet e ferramentas digitais nunca teríamos chegado aos ouvidos do Fernando Rosa, e sabe-se lá onde estaríamos hoje”, afirma Lucas. Foi na rede que Robert Pollard e Doug Gillard, do <a href="http://www.myspace.com/guidedbyvoices" target="_blank">Guided by Voices</a>, elogiaram o som da banda. Mais especificamente no MySpace, onde adicionaram os Guidis. Confira o bate-papo na íntegra:</p>
<p><strong>MSA:</strong> <em>A Amarga Sinfonia do Superstar </em>é um marco na carreira de vocês. Como foi o caminho até ele, quais foram as maiores dificuldades até chegar nesse trabalho?</p>
<p><strong>LUCAS:</strong> Foi um caminho relativamente longo! A gente começou em 2002. Em 2003 e 2004 vieram as duas primeiras demos, e uma compilação das duas. Em 2005 gravamos o primeiro disco, que só foi lançado em 2006 pelo Senhor F Discos. Esse disco, que foi gravado caseiramente pelo Rafael Sonic, nosso bróderzão de Guaíba, foi o que abriu as portas pra gente. Tanto pra visibilidade nacional no circuito independente, quanto pra um contato mais próximo com o Fernando Rosa, do selo <a href="http://www.senhorf.com.br/agencia/main-senhorf-discos.jsp?codSessao=39" target="_blank">Senhor F Discos</a>. Foi aí que começou a ralação mesmo. Tocar em vários lugares, perder um monte de aulas, passar fins de semana sem dormir nem comer direito&#8230; Acho que essa vivência nos ajudou bastante a descobrir o que a gente queria de verdade com a nossa música. Depois disso, já tínhamos repertório pra gravar um segundo disco. Foi tudo diferente, é o segundo disco, muitas bandas mal chegam ao primeiro! Fora isso, a gente nunca tinha feito um disco assim mais profissional. o primeiro tinha sido gravado quase de brincadeira, e no segundo a gente já teve que lidar com problemas mais sérios como ter um produtor apontando os erros e toda uma preocupação maior com os arranjos e detalhes. No fim das contas ficamos muito orgulhosos do nosso trabalho.</p>
<p><strong>MSA:</strong> No Brasil ele foi lançado pela Senhor F Discos, na Argentina pela Scatter Records. Com funciona esse esquema de duplo lançamento? Como foi a receptividade do disco na Argentina, onde vocês já são bem conhecidos?</p>
<p><strong>LUCAS: </strong>Pois é, o Fernando Rosa, dono do nosso selo, tem essa parceria com o pessoal da Scatter lá na Argentina. Inclusive o selo também distribui alguns títulos da Scatter no Brasil. É bem interessante! Pra nós está sendo ótimo isso. Segundo a Silvie da Scatter, tem vendido bastante os nossos discos lá na Argentina, especialmente logo depois que nós fomos lá pela primeira vez em 2007. Aliás, foi um dos shows mais importantes da nossa carreira na minha opinião. Pela primeira vez tocamos pra um público que não conhecia nenhuma das nossas músicas. A recepção surpreendeu o mais otimista, foi incrível!</p>
<p><strong>MSA: </strong>Outra característica importante da banda é o uso da internet. Como é esse contato direto com o público, e quanto do sucesso atual da banda vocês atribuem ao uso dessas ferramentas? Contribuiu, ou nem tanto?</p>
<p><strong>LUCAS: </strong>Pô, foi essencial! Sem internet e ferramentas digitais nunca teríamos chegado aos ouvidos do Fernando Rosa, e sabe-se lá onde estaríamos hoje. O contato com a galera é bem divertido, é legal saber a opinião de quem nos ouve. Nos interessamos muito por isso, e sempre pedimos conselhos pro pessoal da comunidade do Orkut.</p>
<p><strong>MSA: </strong>Em que ponto a banda resolveu procurar produção? E como começou a parceria com o Phillipe Seabra, que produziu A <em>Amarga Sinfonia&#8230;</em>, e agora também o novo disco? Foi uma questão de afinidade?</p>
<p><strong>LUCAS:</strong> A coisa é que o Seabra é co-fundador do Senhor F Discos. E ele tem um baita estúdio lá em Brasília, daí a maioria das bandas do selo vai gravar lá com a produção dele. Foi daí que começou a parceria. O terceiro disco foi a mesma coisa.Gostamos muito do trabalho dele no nosso segundo disco. O terceiro ficou incrível também.</p>
<p><strong>MSA:</strong> Por falar em novo disco, como está rolando a mixagem e masterização nos EUA?<br />
Já há alguma previsão de nome e data de lançamento? O que vocês esperam dessa nova turnê?</p>
<p><strong>LUCAS: </strong>Cara, a mixagem já está pronta! Só estamos esperando o Gustavo Dreher finalizar a masterização. Mas no fim o disco vai ser lançado em março de 2010. Achamos melhor esperar, porque senão ia ficar estranho lançar em dezembro e esperar até março pra começar a divulgar. Mas como prêmio pra todo mundo que tá esperando impaciente, a gente vai incluir um segundo CD com todo o áudio do show acústico que gravamos agora em 2009. Daí no fim do ano de 2010 vai rolar o DVD com o show completo. Vai ser diversão garantida! Quanto a nome, acho que gente vai deixar ele sem nome&#8230; vai ser o &#8220;terceiro&#8221; mesmo. E em relação à turnê&#8230; Queremos tocar em todos os lugares possíveis, já estamos cheios de convites pra tocar em várias cidades por aí, mas o grande problema é a questão financeira. Todos nós temos compromissos aqui em Porto Alegre, e isso impossibilita viagens muito longas, pra ficar uma ou duas semanas fora de casa. Acabamos ficando presos aos fins de semana, o que torna tudo mais caro.</p>
<p><strong>Curtam a banda tocando &#8220;Malevolosidade&#8221; no programa TramaVirtual.</strong></p>
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<p><a href="www.noize.com.br">Foto: Rafa Rocha/NOIZE</a></p>
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